terça-feira, 13 de outubro de 2009

A FORÇA DO NOSSO SUBCONCIENTE


Joseph Murphy (Irlanda20 de maio de 1898 — Laguna HillsEstados Unidos19 de dezembro de1981) é um dos mais famosos escritores do movimento do Novo Pensamento. É o autor de mais de 30 livros de auto-ajuda, muitos deles best sellers no mundo inteiro, que tratam sobre o poder da mentesubconsciente.

Existem poucos dados sobre sua vida, pois ele mesmo pediu que após a sua morte, não se escrevessem a sua biografia.
O Dr. Murphy nasceu na Irlanda em 1898, no seio de uma família católica. Inicialmente educado na Irlanda e na Inglaterra, em 1922 viajou para os Estados Unidos, onde estudou ReligiãoFilosofia eDireito. Passou muitos anos estudando as principais religiões do mundo, tendo-se convencido da existência de um grande poder por detrás de todas elas: o poder que existe dentro de cada um, o poder do subconsciente.
Foi ordenado Ministro da Igreja da Ciência Divina e durante vinte e oito anos foi director desta igreja emLos Angeles, onde compareciam mais de 1,5 mil pessoas todos os domingos. Também teve um programa de rádio que foi muito popular na sua época.
Murphy foi influenciado por Ernest Holmes e Emmet Fox, que também foram famosos escritores doNovo Pensamento. Mas ele também tinha formação académica em religiões orientais. De facto, passou muitos anos na Índia, onde foi investigador na Andhra Research University.
Joseph Murphy faleceu em Laguna HillsEstados Unidos, em dezembro de 1981 (alguns livros brasileiros colocam errôneamente 1999
Joseph Murphy escreveu 36 livros de auto-ajuda, sendo o mais famoso deles O Poder do Subconsciente, que já foi traduzido em 17 idiomas no mundo inteiro. Neste seu livro, o Dr. Murphy defende que a mente subconsciente, ao aceitar uma idéia, começa imediatamente a pô-la em prática. Portanto, a única coisa necessária é conseguir que a mente subconsciente aceite a idéia - e a própria lei que rege o subconsciente trará saúde, tranquilidade ou a posição que deseja. Contudo, a mente subconsciente aceita tudo que lhe é impresso, mesmo que seja falso e tratará de provocar os resultados que devem necessariamente seguir-se, porque conscientemente a pessoa aceitou o facto como verdadeiro. Por isso, ele sugere que as pessoas utilizem a auto-sugestão instantes antes de dormir, quando a mente consciente está passiva e não resistirá à idéia que se queira imprimir à mente subconsciente.
Em português, existem os seguintes livros de Joseph Murphy:
OBRAS:

Quem é o culpado

               
Deveria ter curso universitário, para os homens e mulheres que querem ter filhos
É sem dúvida uma função, que exigem muito do “profissional” em ter habilidade, equilíbrio e paciência.
Tais qualidades só adquiriram com muito estudo da vida.
Com o passar do tempo, os jovens ficaram ousado e abusado e passaram a cobrar mais dos pais pela liberdade que o próprio lhe deu, as cobranças ficam piores. E o jovem viu o seu espaço crescer e passou a ser responsável pelos seus atos, mas não perante as leis
E os pais ou responsável foram encolhendo e perderam toda a capacidade de educar e se relacionar com eles
E muitos perderam ate o respeito sendo hoje os que só pagam as divida e põe a comida em casa.
 Boa parcela desses jovens abandonou os estudos esquecendo sua principal finalidade que é estudar e aprender para se liberta, com o abandono das obrigações vão atrás de trabalhos informais para sustentar seus vícios e prazeres.
A importância dos pais é imensa, quando executa
Sua tarefa com amor e respeito pela criança que esta educando descobre algo novo, da tamanha plenitude Que é o único modo de formar um homem é ensinar eles a Pensar e Ser livre, com estes dois ingredientes você faz um grande cidadão.  
E não é mistério! Fazer ele pensa, basto dar alternativa para que possa buscar o melhor para ele, assim ele descobre que ser livre não é ser um desocupado.

    http://antoniocatarino.blogspot.com/

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

“LONGE É UM LUGA QUE NÃO EXISTE”

     MUITAS DAS VEZES ME SINTO LONGE!!                  

O PORTAL
Muitas das vezes somos pego de surpresa não temos tempo nem dizer adeus, abri uma
Cratera dentro da gente sem fim, a única coisa que pensamos é por que DEUS fez isso
Com a gente? Por quê?
Porque temos que passa por momento tão frio, é o único portal que abre em questão de segundos e fecha simplesmente, então olhamos para aquele corpo sem alma, apenas
Choramos ate soluça e ouvimos dos visitantes de corpo gelado, que a vida é assim
Mesmo! Mais que vida?  Se ele esta morto! Ele apenas responde, não temos resposta
Para este momento tão triste. Lamento!
Depois de três perdas muito dolorosas, sem despedidas e piedade do nosso DEUS.
Volta e meia abre um clarão como se desfolha-se o livro da minha vida que me faz viajar
Ao passado em busca de algo, me deixa atordoado como se estivesse sofrido um blecaute
E quando a carga retorna, estou com a mão na alta tensão.   
Já faz quarenta anos que meu avô passou pelo portal sem volta e não me esqueço da sua fisionomia serena que sempre estava pronto para me aconselhar, consolar e leva para passeia. Tinha 10 anos tudo que eu sabia na vida era que eu não sabia de nada, e que tinha perdido o meu avô Cabedelo.
Já o meu pai o nosso contato era muito pouco por que ele trabalhava desde a década de cinqüenta, trabalhando de marinheiro da marinha mercante, quando o navio atracava nos portos da região ele vinha-nos visita, mas passava no Maximo de dois a três dias e retornava para
O navio. Só voltava para casa seis meses depois quando tirava férias, assim passou quase dez anos, então ele decidiu fazer um curso para mudar de função concluiu o curso
Em primeiro lugar estávamos muito orgulhosos
Desta sua batalha que tinha vencido, mas infelizmente a batalha da vida ele perdeu.
Eu estava com dezoito anos e dois anos de convivo e aprendizado com o meu pai foram quando o portal abriu novamente e deixo mais um corpo para vela, éramos sete irmãos
E a nossa mãe e um vazio imenso que nosso pai deixou.
Cinco anos depois nasce o meu primeiro o filho.
Pois em pratica todo meu aprendizado para criar o Tiago e conviver com a diferença de
Um jovem ousado e cheio de sede de aprender muito humilde e sábio.
Durante meu quinze anos de trabalho no Unibanco, tiver tempo suficiente para viaja e conhecer todas as praias do estado do Rio e outros estados, com esta ferramenta na mão que é o tempo, o único trabalho que tive com Tiago foi de ensinar a PENSAR que ele
Recebeu de mente aberta, crio o seu mundo fez um belo círculo de amigos e viveu como
O mundo fosse acabar amanhã, viveu como o Fernão campelo gaivota queria sempre aperfeiçoar o seu vôo, que era belos vôos rasantes e longos, ele costumava-me dizer. “longe é um lugar que não existe tudo é possível” e chegou à porta da faculdade apesar de ter sido aprovado, mas infelizmente não foi esta porta que abril, e sim o portal que me segui.
Eu presencie a sua entrada e o ultimo suspiro foi dizer “eu não estou agüentando”
E o portal fechou não tiver tempo de agradece por sua existência.
Sem duvida “LONGE É UM LUGA QUE NÃO EXISTE”
E cinco anos depois chegou o meu neto que é uma bela criança chama-se Murilo catarino por parte do avô!!!
    
 Antoniocatarino.blogspot.com/   

  

Erotismo & preconceito



Domingo, dia 21/9, estarei no Rio, encerrando a Bienal do Livro 2009 no Espaço Mulheres e Ponto. Me pediram para falar sobre erotismo e literatura, de forma que lá vão algumas reflexões a respeito. Avant la lettre, claro, que meus leitores merecem.

Existe uma frase duma autora americana que define com precisão a diferença entre subjetividade masculina e feminina: “Os orgasmos de Lady Chaterley devem ser de D.H. Lawrence porque eu não sinto assim”. Ao estudar a representação do corpo nos poetas brasileiros, Affonso Romano de Sant’Anna observa que o corpo feminino ocupa grande parte do discurso, enquanto o corpo masculino é silenciado. E, reveladoramente, embora o corpo masculino esteja ausente, a voz que fala pela mulher é masculina. Uma constatação simples, mas de graves consequências.

Essa ausência do corpo masculino e presença do corpo feminino começam a ser explicadas pelo fato de que o homem sempre se considerou o sujeito do discurso, reservando à mulher a categoria de objeto. Como sujeito, ele se escamoteava, projetando sobre o corpo feminino os seus próprios fantasmas. Aí se porta como o ventríloquo: o corpo é do outro, mas a voz é sua. Mas a mulher transformada em objeto de análise também é o campo de exercício do poder masculino. Do romantismo em diante, a questão do desejo se torna mais diferenciada. Mas ela entra em um novo momento histórico com a grande liberação erótica dos anos 1960 e o surgimento de várias outras linguagens e posturas ideológicas realmente instaladas na modernidade, quando então a subjetividade do homem e a subjetividade da mulher definitivamente se diferenciam, perdendo a relação complementar sujeito/objeto.

As escritoras que surgiram após os anos 60 tiveram que levar adiante um duplo projeto caracterizado por uma literatura que fizesse a crítica do discurso masculino dominante e colocasse a sexualidade feminina como elemento fundamental para a construção da própria identidade. Até porque a experiência erótica leva à afirmação da subjetividade – ao sentido de poder e controle sobre o próprio destino. A criação do discurso erótico representa o reverso de uma moeda cuja face é a inscrição da mulher na literatura – não mais como objeto do masculino, numa relação de ventriloquismo literário (daí o sujeito que é pensado pela linguagem dominante), mas sujeito da ação enunciando sua própria fala.

No caso da mulher, considerando o controle social sobre seu corpo que ocorre através da história – a exemplo, veja-se a questão do aborto, da contracepção, o regime do casamento monogâmico, esteio do capitalismo –, a manifestação do erotismo é fundamental para a construção da própria subjetividade. Historicamente, se usasse o erotismo em seu discurso, a escritora transgredia a separação tácita existente entre esfera pública e privada, tornando-se ela própria “mulher pública” ou” prostituta” – a mulher pública por excelência – e quem que ousasse agir em público arriscava-se a ser identificada dessa forma, isto é, como tabu. Obviamente, o próprio ato de escrever constituiu, em determinado momento histórico, a transgressão feminina do espaço público.

Contudo, há apenas 20 anos, ao publicar 
O caderno rosa de Lori Lamby (1989), Hilda Hilst foi execrada publicamente, uma vez que, para muitos, transgrediu os limites do “pornográfico” – ligado ao grotesco, ao obsceno, sem valor literário – e do “erótico” – associado à realização estética. Na verdade, o caso Hilda foi exemplar e ilustrativo: quando a grande escritora decidiu esculhambar, variar, mudar o disco, chutar o pau da barraca, algo que qualquer um tem o direito de fazer, seja lá qual for a  razão – o preconceito ressurgiu inteirinho, novinho em folha, pulverizando décadas de transformações radicais, dos costumes à estética literária. O que significa que as coisas aparentam mudar rapidamente apenas na superfície, pois no âmbito da consciência profunda as transformações são lentíssimas, levam séculos para se completar - quando não se regride.

E ainda ocorre uma espécie de silêncio generalizado da crítica em relação ao discurso erótico da mulher, enquanto que o erotismo de autoria masculina é saudado com grandes elogios.

Mas o buraco é ainda mais embaixo: o fato é que o subdesenvolvimento da expressão linguística no que toca à libido transforma quase sempre em pornografia de luxo toda matéria erótica. Claro que muitos de nós, escritores, homens e mulheres, já conseguimos esboçar com ousadia e destemor o que algum dia escreveremos com naturalidade e 
com direito.

Porque antes ou simultaneamente é preciso conquistar outras liberdades: a colonização, a miséria, a injustiça e a desigualdade social também nos mutilam esteticamente. Pretender-se dono de uma linguagem erótica quando nem sequer se ganhou a soberania política é ilusão de garota imitando Beyoncé.

É preciso deixar claro: não se é obrigado a escrever uma literatura erótica como declarar Imposto de Renda ou renovar a carteira de motorista. O problema é quando chega a hora de escrever o tal trecho erótico, não sai, quer dizer, ou sai eufemístico, como se o sujeito estivesse escrevendo 
com luvas, ou sai pornografia grossa e burra (geralmente erotismo literário direto é pesado, indigesto, impúbere, sombrio, frenético, hoteleiro, adúltero, incestuoso, lúgubre, gerontológico, funéreo – conotações limítrofres entre sexo e morte, sexo e decepção), donde que a emoção do indizível passa e este resta indizível para sempre.

Por isso o verdadeiro erotismo – que nem todos distinguem da mera sexualidade – é inconcebível sem 
sutileza, naquele sentido de refinamento da linguagem no ponto exato em que deliciosamente nos toca e dá tesão. E em literatura, essa sutileza nasce do exercício natural de uma liberdade e de uma descompostura que correspondem, semanticamente, à eliminação dos tabus no plano cultural (e da escritura) e, sintaticamente, ao domínio técnico do ofício de escritor.

E isso vale para ambos, homens e mulheres.

-"São as circunstâncias que criam os escravos e que libertam os povos"

terça-feira, 6 de outubro de 2009

APLICAR SIM: SABEDORIA


    


Qual a melhor maneira de prevenir e curar o ser humano dos males que afligir?
Centenas de anos passaram da era cristã e o homem não assemelhou nem aprendeu
Com os animais. O caminho que os pais e professores dos jovens tem que dar, é estimulando á praticar
 O Discernimento que é desenvolver a capacidade de questionar a realidade com independência e de ver por si mesmo as idéias verdadeira e falsa. Deve ser uma meta
Essencial dos jovens. Precisão porem, compreender que há na vida fatalidades dolorosas, cujos problemas angustiantes devemos resolver com o Maximo de coragem
E paciência por que a existência exige de nos algumas vezes, esses gestos de renuncia





Ilimitada. Verifica-se que com os passar dos anos as conquistas tem sido imensas,
Mas, a exploração e a destruição dos homens e do planeta têm sido muito acima.
Dentro da ignorância dos homens, que teima em não compreender que a reforma
Inicia no intimo de uma pessoa. Todos nós temos que ter um aplicativo para
Estimular a nossa existência, o aplicativo que mais se recorre é o dinheiro por acha que resolve todos os nossos problemas mais na falta dele entramos em desespero e terminam com registro trágico, muitos dos aplicativos podem nos danificar, Por isto eu aconselho a estudar para conhecer e
Conhecer para compreender. Então você aplicar com sabedoria.   Simplesmente olhe à sua volta. Tudo é necessário e tudo se encaixa. É uma unidade orgânica, ninguém é mais alto ou mais baixo ninguém é superior ou inferior. Cada um é incomparavelmente único. Você é necessário e basta. na natureza, tamanho não é diferença. Tudo é expressão igual de vida.


antoniocatarino.blogspot.com/