sexta-feira, 22 de abril de 2011

REFLITA, OREI!


              Falta nossa parte!               

Santos, quando sofremos recorremos e lembramos
Das suas lutas, sofrimentos e humilhações e
Vangloriamos os seus feitos para pedir proteção
Para nossa família e queridos que estão em apuro.

Quando sofremos uma dor na cabeça deveríamos
Acalma e sossegar num canto até alivia esta pequena
Dor e não invocar os santos para acabar com seu
Sofrimento.

Quanto tempo eles passaram percorrendo por vale,
Aldeias, campos e desertos, dia e noite sol e chuva
Para nos convencer que o sofrimento não é doloroso
E sim faz parte das nossas ações com atitudes e
Pensamento que em troca recebemos as reações.

Quando aprendemos que as derrota e vitoria
Depende da força do nosso pensamento
Alimentaremos o subconsciente com paz,
Pensamento positivo e não julgando o próximo
Vamos ter tempo para amar a si próprio.      

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O QUE LEVA UMA PESSOA A CAUSA UMA TRAGÉDIA DEÇA MAGNITUDE?



Não basta libertar o homem de sua miséria econômica. É necessário também libertá-lo de sua miséria afetiva, de sua pobreza criativa e de sua incapacidade de desfrutar o prazer de viver. 
(Rolando Toro) 



O Realengo tem sua data trágica 07 de abril de 2011, uma tragédia a moda americana aconteceu no colégio Tarso da Silveira no bairro do Realengo na Cidade do Rio de Janeiro.
Com 17 feridos e onze mortos inclusive o assassino que se suicidou.
Sem justificativa aparente entrou no colégio dizendo que iria da uma palestra para os alunos da oitava serie. Entrou com duas armas na sala atirou contra as crianças.
Esta tragédia de quem e a responsabilidade do colégio, dos pais ou do município?
Este bairro tem sofrido com violências de traficantes, violência contra família e agora
Execução em plena sala de aula, este é o retrato de uma sociedade sem rumo, mas os governantes têm declarado que o povo tem melhorado seu poder de compras.
Será que é suficiente?

DEUS SALVE!

Reflita o que PABLO NEDURA diz:


MORRE LENTAMENTE!

Morre lentamente quem não viaja,quem não lê, quem não ouve música, quem não
encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transformam em escravo do hábito, repetindo todos os
dias os mesmos trajetos,quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma
nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções
justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu
trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da
chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta
sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre
algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um
esforço muito maior que o simples fato de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de
felicidade.

 PABLO NERUDA

terça-feira, 22 de março de 2011

A MINHA PRIMEIRA PERDA!


A MORTE DA VÓ 4

E lá vou eu para o açude com minha avó cada um com uma cabaça, e foi contando para ela o resto da estória e disse que só tinha chego á casa porque a palmeira me guio e que ela é muito bonita, de longe que eu percebi como a gente sente falta das coisas que gosta não é vó.
Avó ficou calada não respondeu nada o percurso todo até o açude, lá ela sentou e mandou eu
Tomar banho em quanto ela descansava, tomei bastante banho e avó adormeceu e foi chama
Para ir embora e comecei a grita vó o vó e ela não respondia foi quando segurei nela estava gelado ai comecei a chora e sabia que algo de ruim tinha acontecido foi correndo chama minha
Mãe e ela já estavam no caminho e perguntou o que aconteceu.
Eu disse que avó estava gelada e
Não falava nada, minha mãe começou a chora e disse- não pode! Mãe, não pode morre!
Quando ela chegou, ela estava deitada na margem do rio e mãe abraçou muito e disse – sua avó
Foi para o céu vamos leva ela para casa, neste instante veio passando uma carroça e o moço ajudou a gente à leva até em casa, mãe agradeceu, mas o moço disse que ia fica para ajuda faze o enterro ele cavou a cova do lado do meu avô e a mãe vestiu com um bonito vestido que eu nunca tinha visto e enrolou numa rede.
Acendeu uma vela rezou um pai nosso e botou avó na cova e tapou e enfiou uma cruz.
Como pode uma pessoa esta bem de repete esta enterrada a sete palmos em baixo da terra e foi assim que perdi minha conselheira e avó.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Descobriu que não muito longe de casa tinha lugares muito interessantes para se conhecer!

A PRIMEIRA FUGA 03

Peguei um cipó e amarrei e fique puxado o carrinho que o moço me deu,
E minha mãe não tirou o vestido que tinha ganhado.
Daqui a pouco minha avó gritou. - menino ó menino vai busca água no açude.
Quando ela queria mandar faze alguma coisa me chamava de menino.
Fui correndo com acabaça na cabeça, horas depois estava de volta e disse.
- estar ai, a água avó.
Pela manhã tive vontade de caminha pela caatinga, entre mato adentro e foi em direção
Da serra que tanto admirava de minha casa, o sol parecia que não ia esquentar e foi
Conhecendo a vegetação e os pequenos animais que tinha pela aquela região, corria atrás
Dos calangos e atirava pedra nos gaviões carcará de repente uma cobra cascavel apareceu e me deu um bote só deu tempo de pula atrás de um pé de mamona e comecei a corre sem para.
Quando foi da conta o sol esta na minha cabeça e tava com muita sede e cansado, mas minha
Avó sempre dizia, quando tiver no mato e tiver sede procure um pé de cacto e sempre ande com sua peixeira você não sabe o que vai encontrar pela frente.
Sai procura de um pé de cacto demorou um pouco, mas encontrei, cortei bem
No pé da planta e o espinho do cacto penetrou na minha mão senti uma dor, mas mesmo assim consegui bebê aquela água e mata aquela sede terrível que nunca tinha sentido, agora compreendia o valor daquele liquido e por que o moço tinha dado aquele vestido para minha mãe, quando foi da conta do tempo o sol já
Estava baixando do outro lado da serra.
Pensei! Tenho que volta logo para casa se não vai ficar escuro e não vou encontra o caminho da minha casa.
Subi numa arvore para ver se via minha casa e observei que bem longe tinha uma arvore
Muito grande que era uma palmeira muito bonita, só vim presta atenção na beleza da palmeira quando estava longe dela.
Pensando bem a gente só percebe as belezas das coisas quando esta distante, logo veio um aperto no peito sentido falta da minha avó e da minha mãe desci da arvore sai correndo em direção da palmeira que era meu ponto de referencia.
Quando me aproximava de casa só ouvia os gritos da minha mãe me chamando.
Pelo caminho que passava parecia que os animais sabiam que aqueles gritos eram para mim, dava
Entender que eles diziam que o estopo ai toma uma surra de galho  de urtiga, mas ao mesmo
Tempo faziam uma festa comemorando minha chegada, de longe eu gritei
-mãe! Estou chegando.
Ela disse - venha logo menino o que você estava fazendo o dia todo.
Quando entrei no quintal ela me abraçava chorava todo ao mesmo tempo era uma tristeza e
Alegria que eu nunca tinha visto, minha avó senta esta sentada continuou e disse- venha cá
Vai toma uma surra para não sumir mais e depois vai contar tudo o que você fez.
Apanhei muito fique todo marcado, chorei tanto que a dormes si todo sujo da aventura, mas minha mãe me acordou e deu um banho de gato e voltar a dormi.
Pela manhã acordei minha avó já estava sentada no tronco me esperando para conta a
Minha estória e disse.
- vai lava a cara e toma teu café e vem senta aqui para me conta tudo direitinho.
E assim fiz quando termine do café, foi sentar lá do lado da vó e contei tudo.
Contei que duas cobras me seguiram para lá longe tive que corre muito e me perdi, mas
O que ela tinha me ensinado eu fiz, procurei um pé de cacto para bebe a água e se bater
De frente com uma cobra sai se do caminho dela porque a cobra é um bicho perigoso.
Minha mãe entrou na conversa e disse- para não sumir mais porque deixou todos nervosos
Pensamos que tinha acontecido alguma coisa ruim e agora vai pega água para fazer o almoço e
Aproveita e toma banho seu imundo.
Fique imaginado preparar outra viagem agora até o pé da serra e se possível ir ao topo para ver o outro lado da serra.
E como é bom ser lembrado que recepção com direito a surra, mas o que eu mais gostei foi ter contado a historia para minha avó fique me imaginado como o caixeiro viajante, que leva e trás historia.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.



     O início da sabedoria é a admissão da própria ignorância.
                                                                                                Sócrates.

Muito se fala que as perdas que temos no percurso da vida mesmo sendo inevitável têm que aprender a conviver com esta falta por não ter nenhuma chance de volta, mas o que mim apavora é a perda dos vivos que no decorre dos dias ignoramos nos nossos convivo.
Porque os confrontos apenas de idéias são suficientes para nos distanciarmos um dos outros, que seja de um grande amigo, um parente, um filho, um cliente, um fornecedor e muitas vezes um longo casamento.
Mesmo sabendo que é pura ignorância e falta de comunicação, que quando não temos tato e cortesias excluem a empatia do nosso convívio.
Grande parte dos problemas que nós podemos enfrentar no relacionamento com as pessoas, tem relação direta com a forma como exercemos a comunicação com as pessoas.
Portanto para reatarmos um relacionamento é necessário serem cortes e sensível pra cede e deixa de lado o egoísmo, discórdia, fofoca, inveja e baixar este ego que destrói tantos relacionamentos.

 Apresento a história das 3 peneiras de Sócrates,
o filósofo grego, que ao ser indagado sobre o que Glaucon falava dele,
perguntou ao interlocutor:
Você já passou o que me vai falar pela peneira da verdade?
Já passou pela peneira da bondade?
Já passou pela peneira da utilidade?
E com a sabedoria que atravessas os séculos disse: “Se você
não sabe se é verdade, bom ou útil...então, não somente peço que não
me conte, mas imploro que esqueça
!

Neste natal faça algo por você, poupe dos males!

antoniocatarinosena@gmail.com